Qual método você utiliza para precificar projetos?
Este é, sem dúvidas, um tema que divide opiniões e gera muitas dúvidas. Afinal, qual modelo utilizar: preço por m², CUB ou horas trabalhadas? Será que esses sistemas são realmente eficazes?
Ao longo deste artigo você terá acesso a uma SÉRIE DE PALESTRAS que foram ministradas por especialistas e projetistas. O intuito é que você compreenda como o mercado tem se comportado e qual estratégia pode ser mais justa na hora de compor o seu preço.
Não se engane, não há uma receita de bolo na hora de precificar o seu projeto, e sim técnicas e custos diretos e indiretos a serem considerados para atingir uma variável justa e compatível com seus objetivos profissionais.
O que devo considerar na hora de compor o preço?
Os principais itens a serem observados para a composição correta do preço ao cliente. Entre eles, é possível destacar:
- Nível de dificuldade;
- Prazos diferenciados;
- Recorrência do cliente;
- Custos fixos do escritório;
- Acompanhamento da obra;
- Alterações e revisões;
- Terrenos acidentados;
- Existência de contenções.
